Tragédia tem nome e sobrenome: ganância e improbidade

Tragédia tem nome e sobrenome: ganância e improbidade

Fonte: [Projeto Colabora]

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Sem um sistema de monitoramento público das barragens e de alertas em tempo real novas mortes vão acontecer. A tragédia desta sexta-feira, 25 de janeiro de 2018, pelo rompimento de uma barragem da mina do Córrego do Feijão, da Vale S.A, é apenas mais uma das muitas que vêm aterrorizando a região, numa periodicidade média de aproximadamente um desastre a cada três anos. O número de vítimas fatais não é proporcional ao tamanho das barragens. Desastres como os das barragens da Mineração Rio Verde (atual Mar Azul/Vale, em Nova Lima/MG em 2001) ou das minas de Fernandinho (Namisa/CSN, 1986) e Herculano (2014), em Itabirito/MG, tiveram vítimas fatais em número proporcionalmente maior do que o da Samarco, em Mariana.

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Autor:  Gustavo Gazzinelli

 


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